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sábado, 30 de abril de 2011

Amor-Perfeito
É uma planta rústica e que exige poucos cuidados. É encontrada em duas famílias, a das Violáceas e a das Scrophularcáceas. Trata-se de uma Herbácea de pequeno porte anual e que costuma ser cultivada como bordaduras e forraçoes Suas origens são os continentes europeu e asiático (Vietnã). Pode atingir uma altura entre 20 e 30 centímetros e se propaga através de sementes no outono.
O amor-perfeito é uma planta de ciclo anual, que atinge altura entre 20 e 25 cm, caracterizada por caule curto e ramificado, com folhas lisas, cerosas e denteadas. São cultivadas em canteiros férteis, de boa drenagem, no entanto úmidos e a pleno sol. Preferem clima ameno.
Suas flores se apresentam de maneira isolada ou agrupadas em hastes florais. Florescem quase o ano inteiro. principalmente durante o inverno e primavera. São flores geralmente violetas e rosas, podendo apresentar também várias cores.
Essas plantas precisam estar em ambientes com meiasombra e muita luz durante o verão, embora não suportem sol direto entre 10 e 17 horas, e devem ser também protegidas de ventos fortes. O solo ideal deve ser arenoso e rico em matéria orgânica. O Amor-perfeito precisa ser regado de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez por semana nas épocas frias.
A semeadura pode ser feita em canteiros, em caixas ou bandejas específicas para esta finalidade. Utiliza-se como substrato um composto encontrado no comércio ou prepara-se uma mistura peneirada, contendo 2/3 de terra vegetal e 1/3 de areia fina. As sementes são colocadas em sulcos rasos, em fileiras contínuas, quando se faz uso de canteiros ou caixas, e utilizadas na proporção de 2-3 sementes, em cada forma ou tubete, quando semeadas em bandejas. Após semear, irrigar o substrato.
Quando semeadas em canteiros, utilizar cobertura alta nas horas mais quentes do dia, para proteção das mudas.
As mudas devem ser transplantadas para o local definitivo, para plásticos de ½ litro ou para caixas coletivas, quando atingirem 10 cm de altura. O transplante deve ser feito pela manhã ou a tarde precedido de uma irrigação.
É preciso adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão e também usar fosforita, superfosfato, termofosfato ou NPK rico em P.
O canteiro deve ser preparado com antecedência, revolvendo-se o solo e acrescentando uma mistura de esterco bem curtido e fertilizante, na proporção de 2,5 kg para cada 30 m2.
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FLOR ACÁCIA

A acácia é uma árvore que possui cerca de 500 variedades distintas, todas produzem flores perfumadas brancas ou amarelas, é presente em todos os continentes, no Brasil a acácia negra é uma das riquezas do Rio Grande do Sul. Ela é Maçonicamente universal.

A acácia do Egito tem a particularidade de ser uma árvore espinhosa e autores maçônicos acreditam que a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus, bem como a cruz onde foi pregado era deste tipo de acácia. Em hebraico, o termo shittah (sita - cetim) é usado para a acácia, sendo o plural shittin. No texto original grego do Novo Testamento, o termo usado é akanqwn (akanthon), que foi traduzido ao português tanto como acácia ou como acanto, e que também pode significar espinho, espinhoso, etc. 

Era tratada com reverência pelos povos antigos, pois a acácia era considerada um símbolo solar, já que suas folhas se abrem com a luz do sol do amanhecer no oriente e se fecham ao desaparecer o sol no ocidente no final do dia e sua flor imita o disco radiado do sol. Era utilizada para amortalhar os defuntos em diversos países do oriente.

Sua madeira é tida como incorruptível, inatacável por predadores de qualquer espécie, simboliza perenidade, imortalidade, transcendência, etc.; a certeza da indestrutibilidade da vida, reconhecida como landmark é representado pelo ramo de acácia. Entre os árabes, seu nome é Houza e se acredita ser a origem de nossa palavra “Huzé”, o viva escocês “houzé”, que se escreve “huzza”, prova de que na Inglaterra, como na França, o grito de alegria popular tira seu nome  do ramo dos iniciados.

sábado, 23 de abril de 2011

FRÈSIA

Pertencente à família das Iridáceas, a frésia também é conhecida em algumas regiões do Brasil por junquilho. Trata-se de uma bela e perfumada flor originária do sul da África. Por suas cores vivas e o marcante perfume, a frésia é muito utilizada na criação de arranjos florais decorativos. Nos jardins, seu plantio é recomendado em bordadura de canteiros, mas o resultado só será compensador, se houver boa incidência de luz no local.
As espécies apresentam muitas cores, geralmente fortes, que vão desde um azul puro, passam pelo púrpura e chegam ao branco. Reproduz-se por meio de bulbos perenes. Floresce nas regiões de clima frio a temperado, normalmente no final do inverno e prossegue na primavera.
As frésias são muito utilizadas também como flor-de-corte, na confecção de arranjos e buquês, com boa durabilidade. O seu delicioso aroma é transformado em essência e participa da fabricação de diversos produtos de higiene e beleza, como perfumes, sabonetes e xampús.
Recomenda-se ser  cultivada em locais ensolarados e clima ameno, pois os bulbos precisam de temperaturas frias para iniciarem o processo de germinação. No plantio, o ideal é manter uma distância mínima de 5 a 10 cm entre um bulbo e outro, que devem ser cobertos com terra solta.
O ideal é o solo solto, leve e não saturado de água. Regar levemente uma vez por semana durante o primeiro mês.
Com boa incidência de luz e regas corretas, as folhas e pendões florais brotarão da metade para o final do inverno, independente da época do ano em que o bulbo foi plantado. O florescimento se prolonga horizontalmente, em todo o pendão floral.
Adubações mensais, no período de crescimento e florescimento, são essenciais a uma boa floração e formação de reservas para o próximo ano. Depois que as folhas secarem, os bulbos devem ser armazenados em local fresco e ventilado para que sejam plantados nos meses de março a maio. Aprecia o clima ameno. Há variedades para florescimento em diversas épocas do ano. Multiplica-se por divisão dos cormos que se formam em torno da planta mãe e por sementes.

sexta-feira, 22 de abril de 2011


Dalia Pomponière
A dália (Dahlia pinnata) pertence à Família das Compostas. É uma herbácea de porte médio e perene.
Ela é originária do México, onde é muito popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do Império Asteca. Por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madri encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Foi o suficiente para que a dália atravessasse o oceano e chegasse à Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado. Quando adulta, a planta chega a atingir até 1,50 m.


Substrato ideal para o plantio: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia 
Clima ideal: ameno
Luminosidade: Em locais de clima frio, precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente, recomenda-se o cultivo à meia-sombra
Regas: manter o solo sempre úmido, sem encharcar
Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores
Cuidados: necessita de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada 3 meses.

Flor em Lata Maria sem Vergonha

Flor em Lata Maria sem Vergonha
Flor em Lata Maria sem Vergonha

Chegou a hora de ser algo mais original e surpreendente. Ofereça flores de um modo inovador, que terão uma proximidade com o felizardo(a) no dia-a-dia, todos os dias um carinho e um mimo. 


Enviar flores a alguém ganhou todo um novo significado. Estas "Flores em Lata" são a resposta rápida para oferecer flores com benefícios a longo-prazo!
A vida, tal como a conhecemos, surge-nos em variadas formas e tamanhos. É uma das belezas do nosso mundo. Cada Flor em Lata resume a maravilha de crescer um jardim no mais básico dos procedimentos botânicos: tire-lhe a tampa, abra o fundo, junte água, coloque ao sol. E é isto! A flor irá lentamente crescer e dar-lhe amor - tal como um cachorro... só que com muito menos lambidelas.


Flores em Lata são uma ideia desenvolvida para ser fácil, limpo e simples ter flores em qualquer lugar. As latas, com dupla anilha, contêm sementes envolvidas num ambiente composto, rico em nutrientes que torna possível às sementes crescerem dentro de um recipiente bem regado, iluminado e saudável. 

Também apropriado para as crianças, para que experimentem, adquiram um pouco de responsabilidade e se maravilhem com o crescimento de uma planta. Deixá-los brincar aos jardineiros e que decorem a casa com microjardins de sonho. 
Basta seguiri as instruções incluídas com cada planta e verá o germinar em 1 a 2 semanas. O Florar completo levará 1 a 2 meses. 
Tudo o que tem a fazer é puxar a anilha, adicionar um pouco de água e em 8 a 10 semanas terá uma montra com flores de fazer inveja. 
Flores em Lata: escolha entre as flores disponíveis Dependendo se as plantas contêm bolbos ou sementes, podem ser armazenadas de 6 meses até 2 anos Cada embalagem de "Flores em Lata", inclui sementes ou bolbos, envolvidas em nutrientes para germinação e crescimento, tudo o que necessita para criar o seu microjardim. 

Conteúdo:

Sementes ou Bolbos e material de crescimento, instruções Tamanho: 9.5 x 7cm (diâmetro) 
Instruções: Puxe a anilha e retire o topo da lata, deite cerca de um copo de água lá dentro; Espere uma hora e puxe a anilha do fundo da lata para escorrer o excesso de água; Reponha a tampa plástica na base e coloque a lata num lugar ensoleirado, como sob a sua janela namoradeira Regue regularmente e aumente a quantidade de água na rega à medida que a planta cresce.


Saber mais em: http://pt.ruadireita.com/flor-em-lata-maria-sem-vergonha_11208/#ixzz1KI855uiu

quarta-feira, 20 de abril de 2011

acácia : planta preferida da girafa

Acácia é o nome genérico de várias plantas da subfamília das Leguminosas-Mimosoídeas, ou das Mimosáceas (Family: Mimosaceae = Leguminosae). As espécies do gênero Acacia spp., em forma de árvore ou arbusto, são as mais abundantes e típicas das Savanas no Continente Africano.
Existem cerca de 1.200 espécies de acácias que se distinguem por sua copa plana, seus duríssimos espinhos, suas folhas compostas, suas flores de agrupação cilíndrica e seu fruto em forma de legume. É rica em tanino que se utiliza na elaboração de tintas e produtos farmacêuticos.
As acácias que vivem cerca de 40 anos, aproximadamente, costumam ser atacadas por diferentes tipos de animais... Para não ser totalmente devorada por seus predadores a acácia tem de fazer uso de armas que foram desenvolvidas durante a evolução da espécie... Seus espinhos constituem na primeira dessas “armas”.
Acontece que a girafa tem a língua extremamente resistente e um palato blindado que lhe permite devorar até alguns espinhos junto com as folhas... Como as paredes de seu estômago e intestinos são reforçadas, é possível que espinhos passem por todo o seu trato digestivo sem ferir a girafa...
Isso, leva as acácias a fazer uso de uma segunda arma desenvolvida ao longo da corrida armamentista evolucionária: elas começam a aumentar a quantidade de tanino em suas folhas. Como se trata de um veneno tóxico para os devoradores de acácia, isso leva aos animais procurarem outras árvores para se alimentar...
Entretanto, o alarme químico que eleva a concentração de tanino se propaga pelo vento. Então, as árvores vizinhas também elevam o tanino antes que os pastadores cheguem, e os animais procuram árvores bem mais distantes ainda...
Tudo isso leva a um equilíbrio natural entre predadores e presa que permite esta última a poder se recuperar.
Porém as girafas deselvolveram ao longo da evolução formas de enfrentar tudo isso. Com sua baba, elas eliminam o excesso de tanino para não absorvê-lo e o tanino que chega ao estômago é neutralizado por um potente suco gástrico e depois um suco entérico também eficiente.
Diante dessa história, as acácias têm que lançar mão de um último artifício desenvolvido ao longo da guerra evolucionária. Em muitos de seus galhos formam-se protuberâncias que servem de abrigo a minúsculos aliados: formigas!
Estes pequenos insetos imediatamente correm para defender a árvore que lhe serve de morada para não ser toda devorada.
A girafa é capaz de evitar que as formigas firam seus olhos graças aos cílios com mais de 5 centímetros de comprimento e, com sua língua de mais de 40 cm, ela é capaz de retirar formigas que ataquem suas narinas ou orelhas.
Por fim, as formigas se mantém incessantes ao ataque, picando impiedosamente, o que leva a girafa a desistir de comer naquela árvore. Assim, tanto a girafa como outros pastadores vão procurar novas árvores.
Mas nesta guerra, felizmente não há vencedores ou vencidos, pois os devoradores de acácia no final de tudo conseguem se alimentar e as acácias têm suas sementes por eles levados a novos lugares para germinarem, porque tais sementes passam incólumes por seu trato digestivo.
Os dik dik e os impalas dispersarão estas sementes a menos de 1 quilômetro da árvore-mãe. Os gerenuks chegam a dispersá-las a cerca de 2 a 3 km de distância. Mas as girafas dispersam as sementes da acácia até 20 quilômetros da árvore-mãe. Assim tanto predadores como presas mantém um equilíbrio constante...
Acácia-negra (Acacia mearnsii), espécie originária do sul da Austrália e Tasmânia. Aqui no Brasil ela é plantada no sul do país e a casca, por conter alto teor de tanino (classe de substâncias adstringentes encontradas em certos vegetais, que dão coloração azul com sais de ferro, usadas no curtimento de couros e também como mordentes), é o produto de interesse dessa árvore.

terça-feira, 19 de abril de 2011


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Se não achou drástico o suficiente, pense na couve. A couve, a couve-flor, a couve-de-bruxelas, o repolho, o repolho roxo, o brócoli, o brócoli romanesco e varios outros tipos de couve e de brócoli são todos variantes de uma mesma plantinha, a mostarda selvagem.Que inclusive é próxima dos diferentes tipos de mostarda que conhecemos, e do nabo. Todas essas variedades foram criadas pelos seres humanos, cada hora em busca de uma característica, folhas maiores na couve, flores no caso da couve-flor e por aí vai. E garanto que os híbridos (cruzamentos entre as variedades) e intermediários que deram origem às variedades não são nada agradáveis de se ver.
Pior ainda são os alimentos que crescem com enxerto, a laranja por exemplo. A laranja que usamos para fazer suco foi selecionada por ter um fruto bom, e não por crescer bem. Para acelerar o crescimento, corta-se um galho de um pé de laranja com um fruto com, e ele é preso ao tronco de uma laranjeira selvagem, que embora dê frutos ruins, cresce muito bem e é resistente. Com isso, a metade de baixo da planta cresce bem e nutre a metade de cima, que dá bons frutos.
O cacto que você viu lá no alto é um exemplo de enxertia. A parte vermelha da planta não possui clorofila, e só cresce por ser enxertada na parte de baixo, fotossintetizante, que nutre ela. Confira aqui como é feito.
Pois bem, uma pesquisa recente mostrou que ambas as plantas de um enxerto trocam genes entre si. Genes do núcleo e de outra parte da célula, o cloroplasto, responsável pela fotossíntese da planta. Logo, toda planta enxertada, maçã, orquídeas, laranja, batata, tomate, caqui, pepino, berinjela, melancia e muitas outras, são OGMs. Vou repetir em negrito para os destraídos. Toda planta enxertada é geneticamente modificada! [2]
Ao contrário dos OGMs produzidos em laboratório, tais plantas não passam por nenhum teste, não são planejadas e não se faz idéia de que parte de qual genoma foi parar onde. E antes que você me diga que estamos misturando plantas próximas, ao invés de uma toxina por exemplo, digo duas coisas. Primeiro, no OGM são um ou dois genes inseridos na planta, mesmo porque ainda não temos técnicas refinadas o suficiente para mais. Segundo e mais importante, plantas já contém toxinas, por exemplo, a maçã produz açúcares capazes de liberar cianureto quando digeridos pela barata (morte certa), enquanto nossa digestão não produz esse veneno - e olha que não é qualquer coisa que mata uma barata.

Por que alimentos orgânicos não são a solução?
Antes de tudo, que fique claro: como os alimentos orgânicos são cultivados com adubo orgânico (estrume, o que inclusive requer um cuidado maior na hora de lavar a salada), costumam ser mais ricos em vitaminas e minerais. Se você tem dinheiro para comprá-los, são uma boa opção, até hamsters preferem.

Mas (e é um grande mas) eles são totalmente impraticáveis em uma escala mundial. O que permitiu e ainda permite o crescimento populacional recente é justamente a revolução agrícola, com máquinas, fertilizantes e agrotóxicos artificiais e a seleção de variedades. Orgânicos são mais caros pois custam mais para serem produzidos. Requerem muito mais cuidado com pragas, no manejo, na adubação. A produtividade é menor, bem  como a escalabilidade do processo.

E não, por favor não tente o argumento de que não temos um problema de falta de produção, mas sim de distribuição. Primeiro, se a produção atual é suficiente, ela é suficiente para a população atual, que tende a aumentar, e aí surge a dúvida, aumentamos a produtividade ou a área plantada. Segundo, a distribuição é desigual porque existem países mais ricos do que outros, com pessoas com mais alimento e pessoas com menos alimento. Se você acredita que o problema está na distribuição, você acredita que, por exemplo, um americano vai topar comer menos, para que um nigeriano possa comer mais. Isso não vai acontecer.

Nessa demanda por mais alimentos, as variedades mais produtivas, OGMs ou não, vão ser as mais cultivadas. Por poucas empresas, em um monopólio agrícola? Sim. Variedades que podem favorecer a agressão ambiental, por suportarem mais herbicidas, por exemplo? Sim. Acabando com a agricultura familiar, dando chance apenas para quem tem condições de comprar máquinas caríssimas, que tomam o posto de trabalho de milhares de pessoas? Sim.

E nesse contexto, quem for privilegiado e puder comprar alimentos orgânicos vai estar muito bem servido. Onde há demanda há produção, e o mercado de comida cultivada de forma mais "natural" deve crescer. Mas a grande maioria não pode entrar em um Pão de Açúcar e comprar uma cenoura orgânica. Ainda mais no Brasil.

Se não investirmos em tecnologia, desenvolvermos OGMs mais produtivos, estaremos à mercê de quem o fizer. E atacar a tecnologia de transgenia por causa de uma empresa como a Monsanto é como dizer que as pessoas não devem tomar remédios por causa da farmacêutica X ou Y.

Aliás, fica aqui uma boa dica. Para quem quer entrar de cabeça na onda de produtos naturais, tente comer um morango selvagem, cozinhar o teosinto, ou domar (e ordenhar) um auroque. São todos produtos muito naturais, não sofreram modificação nenhuma. Do contrário, direta ou indiretamente, você está comendo um alimento geneticamente modificado.

Update importante: Uma coisa não invalida outras. Acho que vamos ter que desenvolver alimentos mais produtivos, mas nada impede de se aplicar neles técnicas que sejam menos agressivas ao ambiente, como controle biológico e rotação de culturas. Quero dizer que não dá para abrir mão das técnicas mais recentes como transgenia e plantio em larga escala.